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Mostrando postagens de março, 2021

Grupos - Links

 GRUPO 1.  https://sonoplastiagrupo1.blogspot.com/ GRUPO 2  https://doiderasonoplastia.blogspot.com/ GRUPO 3 https://grupo3sonoplastia2020-2.blogspot.com/ GRUPO 4 https://4sono4plastia4.blogspot.com/ GRUPO 5 https://grupo5otalaimausonoplastia.blogspot.com/ GRUPO 6 GRUPO 7 grupo7sonoplastia.blogspot.com

Grupo 4

 GRUPO 4: Gabriela Matos Thiago de Oliveira Ana Beatriz (Anabia) https://4sono4plastia4.blogspot.com/

Blog do Grupo 3

Grupo 3 -  Diana Belloni Pedro Cerqueira Denilva Oliveira https://grupo3sonoplastia2020-2.blogspot.com/

Blog Grupo 2 - Mayara Nobre, Gabriel Vitor e Jude Rabelo

Link para acesso ao blog: https://doiderasonoplastia.blogspot.com/2021/03/tempestade-de-ideias-encontro-1.html  - apresentação do grupo e primeira postagem sobre nosso "brainstorm" de ideias. 

Blog do Grupo 1

 Endereço do blog criado para o trabalho do grupo 1: sonoplastiagrupo1.blogspot.com

exercício: entrevista com Marcello Dalla | Ana Beatriz Campos

     Marcello Dalla trouxe na entrevista uma enorme abertura de questões e possibilidades para se pensar o fazer de uma trilha sonora - ou até a definição de trilha sonora (e até mesmo a definição de música). Citou, por exemplo, o caso do filme "Festa de Família" do diretor dinamarquês Lars von Trier, no qual  a trilha sonora consiste, como disse Dalla, em sons "triviais que tornam-se reais" devido à qualidade do trabalho de desenho de som. No filme não há música no sentido tradicionalmente dito e entendido, no entanto há trilha sonora e um meticuloso trabalho por trás da captação e edição dos sons de talheres batendo em pratos e afins. Marcello trouxe, também, exemplos de sua experiência, que foram, ao meu ver, muito inspiradores. Um deles foi o espetáculo de dança que trabalhou com diversos samples de sons líquidos - de pequenos objetos pesados sendo jogados em um balde d'água, por exemplo, ou de um pano encharcado sendo torcido - Dalla organizou cada sample ...

Exemplos de blogs

  Eis aqui alguns blogs que utilizam de metodologia de gerenciamento de processo criativo.   http://oteatrodeformasanimadas.blogspot.com/ http://observaparamahal.blogspot.com/ http://grupozeregino.blogspot.com/2016/ http://teatroparaprimeirainfancia.blogspot.com/2017/ https://palcoeritmo.blogspot.com/2017/09/palco-e-ritmo.html https://asrodasdohugo.wordpress.com/ https://espect-ator.webnode.com/ http://humoremcena2017.blogspot.com/ http://violenciacontraamulher2011.blogspot.com/?m=0

Entrevista com Marcello Dalla - Alzira Bosaipo

                 A entrevista com Marcello Dalla foi incrível, pois contribuiu muito para a ampliação no nosso repertório em relação às possibilidades artísticas relacionadas ao som, além de nos apresentar inúmeros caminhos para o desenvolvimento do trabalho final que teremos que desenvolver na disciplina. Um dos pontos que mais me chamou atenção na entrevista foram as falas sobre a importância da experimentação para a criação sonora, seja para cinema, televisão ou teatro, evidenciando que o aprendizado surge da busca. Utilizando exemplos cinematográficos como o filme Festa de Família (que eu já assisti, e irei assistir novamente observando a trilha sonora) e outros filmes nos quais trabalhou, Marcello mostrou que a produção sonora não se limita apenas à música, mas a um trabalho que mescla elementos técnicos e também conceituais, na busca por produzir trabalhos artísticos que evidenciem diversas texturas sonoras, pois cada som provo...

Exercício: entrevista com Marcello Dalla - JUDE

A segunda entrevista das nossas aulas foi com Marcello Dalla, compositor de trilha para cinema e TV, produtor musical, e sound signer. Dalla trouxe várias proposições e soluções criativas para trilha e desenho de som com dversos recursos, desde sons produzido com água e ventos até a sintetização de intrumentos e distorção dos sons. Comenta um recurso pouco pensado que é o deslocamento de uma fonte sonora para gerar sensação de movimento e imersão e, com esse exemplo, explica como detalhes podem causar grandes sensações no expectador e leva-lo para um lugar calmo, tenso ou caótico, entre outros. Apresentou para a turma recursos e softwares que podem ser utilizados na gravação e edição de som, como Sony Vegas, que apesar de ser um editor de vídeo, é comumente utilizado para edição de som para rádios. Outros exemplos citados foram Cubase, Adobe Premiere, Backbone e PreSonus. É enriquecedor para o trabalho nessa disciplina que ele traz várias opções com as quais se possa trabalhar, al...

Exercício: entrevista com Marcello Dalla (Pedro Cavalcante)

     O segundo convidado a ser entrevistado pelo nosso professor Marcus foi o sonoplasta Marcello Dalla, que apresenta para todos nós um olhar único em relação ao conceito de "desenhar o som" e tudo o que envolve o caminho que um sonoplasta possivelmente irá trilhar.      Bem, do começo ao fim da entrevista tiveram duas palavras que ficaram gravadas em minha mente: prática e oportunidade. com a prática nós devemos sempre de estar testando as possibilidades que os sons podem nos oferecer, independente do horário ou do local eles podem despertar uma série de infinitas possibilidades de efeitos e opções para que você possa incluir em algum trabalho seu, em algum projeto que você não estava satisfeito pois lhe faltava alguma coisa diferente e única que, por acaso, você a descobriu em um momento qualquer do seu cotidiano.      A segunda palavra que vejo se encaixar com o que o Marcello estava nos falando é a oportunidade. A oportunidade vinda...

Exercício: Entrevista com Marcello Dalla - Mayara Nobre

O encontro com Marcello Dalla, trilheiro e desenhista de som, foi extremamente enriquecedor criativamente e confesso que o fato de ele ser brasiliense já me inspira muito. “Tentativa e erro, busca... é aí que mora o aprendizado, a arte.” “Preste atenção no que você sente testando os sons”. Esses comentários feitos pelo entrevistado me fisgaram muito por dois motivos. O primeiro, é que cada vez mais entendo que o meu aprendizado depende muito mais de eu ir atrás e experimentar do que da universidade me oferecer meios para isso. Como muito bem apontado por Dalla, a área de som não faz parte do currículo obrigatório/oficial da grande maioria dos cursos de cinema ou teatro. A consequência disso, é que muitas pessoas se formam e vão trabalhar sem entender o tamanho da potência sonora, sem ter a noção de que a imersão sensorial se da a partir do som, que dialoga com a imagem e outros elementos, e que mesmo os sons considerados “mínimos ou detalhes” são grandes potencializadores emocionais. O...

Exercício: Entrevista com Marcello Dalla (Gabriel Rodrigues)

     Seguindo com as entrevistas para as aulas de sonoplastia, temos mais um ponto de vista interessantíssimo: o de Marcelo Dalla.      Com Dalla podemos notar uma palavra em evidência: preparação. Algo que me marcou muito durante sua apresentação foi a evidencia da necessidade de preparação que os sonoplastas, técnicos e até mesmo atores e diretores deveriam ter, mas não possuem. Cursos possuem pouca ou nenhuma preparação técnica para que os profissionais e artistas possam realizar seus trabalhos de forma boa, tendo que recorrer à muitas gambiarras.      É impossível não refletir também sobre o sucateamento do ensino público, tendo em vista alguns comentários de Dalla.      Segundo Dalla, diversas faculdades, centros de estudo e etc. Possuem uma quantia enorme de bom equipamento, equipamento quase hollywoodiano e que não é utilizado! Não por falta de vontade ou de desejo, não por falta de criatividade ou experimentação, mas po...

Exercício: Entrevista com Marcello Amalfi - Alzira

  A entrevista realizada com Marcello Amalfi no dia 18 de fevereiro elucidou inúmeros aspectos sobre as relações entre som e cena, especialmente no que diz respeito à formação de um músico de teatro e à necessidade de atualização e aprendizado constante. Marcello iniciou sua fala falando sobre o quanto ainda há certa invisibilidade em relação ao trabalho de um músico de teatro, alegando que de maneira geral ninguém escolhe deliberadamente tornar-se músico de teatro, a formação nesta área se desenvolve perpassando-se inúmeros caminhos. Na sua trajetória pessoal pudemos conhecer que Marcello reconheceu-se inicialmente como músico, cancionista e integrante de bandas, e que seu trabalho no teatro iniciou-se como assistente na confecção de figurinos, adereços e máscaras. Este primeiro contato lhe possibilitou conhecer alguns elementos da estrutura teatral, além de abrir as portas para assistir a inúmeros espetáculos – aspecto fundamental para se desenvolver artisticamente na linguag...

Exercício. Entrevista com Marcello Dalla

 Exercício . Entrevista com Marcello Dalla Link do vídeo: https://youtu.be/A4ZpYgFTdE0  1- A PARTIR DA ENTREVISTA COM MARCELLO DALLA, DISCORRER SOBRE A QUESTÕES ENTRE SOM, TECNOLOGIA E CRIATIVIDADE  2- REVEJA O VÍDEO FAÇA SUAS ANOTAÇÕES DESTAQUE ALGUMAS FALAS/ARGUMENTOS/EXEMPLOS/PROPOSTAS 3-  BUSQUE ESCLARECIMENTO SOBRE AS REFERÊNCIAS APRESENTADAS NO VÍDEO. 4-  ESCOLHA ALGUM ASPECTO DENTRO DO TEMA DA PALESTRA 5-  ESCREVA NO MÍNIMO 30 LINHAS. Entregar até o dia 11/03/2021, quinta feira.

Encontro Marcello Dalla. Link.

 Encontro de hoje , 04/03/2021 https://youtu.be/A4ZpYgFTdE0

EXERCÍCIO: ENTREVISTA COM MARCELLO AMALFI- DECISÕES EM PROCESSOS CRIATIVOS E SONORIDADES, POR GABRIELA MATOS

                             Durante entrevista, o convidado Maestro Marcello Amalfi, deu detalhes sobre sua trajetória na música, ele conta como ainda jovem a música passou a ter uma dimensão cênica outra em sua vida. Em São Paulo, o maestro conheceu algumas figuras importantes na cena brasileira como José Celso Martinez, Antônio Abujamra e Ismael Ivo, que ajudaram em sua formação.                              Sobre o processo criativo em teatro, permeado pelas sonoridades, observa-se que existem, pelo menos, dois tipos de caminhos para a música: A primeira leva em consideração o processo de adicionar a música a uma peça e o outro leva em conta uma série de parâmetros musicais que compõem, ou seja agregam, uma composição sonora em um espetáculo. Com isso em mente, percebe-se que '' uma música não é só uma mús...

Entrevista com Marcello Amalfi - Otavio

Ouvir o Maestro Marcello Amalfi falar sobre como ele encara sonoplastia hoje, depois de anos de experiência, me faz lembrar Eugenio Barba falando sobre dramaturgia orgânica como uma forma de se pensar, manifestado na composição de ritmos e dinamismos em uma linha de ação (uma partitura) que cria, descobre e tece relações. O resultado disso é um organismo unitário onde os detalhes e elementos são indistinguíveis do todo. Evidentemente, a sonoplastia é um desses elementos de cena, e realmente parece ser o ponto fraco na literatura teatral brasileira. Creio que quando Amalfi fala de "confundir" ou mesclar sua música com o personagem, com os objetos de cena, com a iluminação, e não apenas tê-la como música de fundo acompanhante, ele deixa de pensar de uma forma estritamente musical e passa a pensar de forma dramatúrgica. Passar a pensar assim exigiu mais presença e engajamento nos processos no qual Amalfi participou, uma vez que a medida que os personagens mudam e crescem ao long...

exercício: entrevista com Marcello Amalfi | Ana Beatriz Campos

     Na entrevista com Marcello Amalfi, tivemos oportunidade de conhecer sua trajetória em um meio ainda não muito difundido academicamente e de ter um breve contato com seu entendimento macro-harmônico (como em seu livro) da relação entre música e cena. No encontro, Marcello enfatizou a importância da maneira como é construído o processo que as relaciona, sobre o momento no qual a trilha é feita - a importância do timing - para o espetáculo. Amalfi contou sobre como, tantas vezes, o processo é encurtado e a trilha acaba por ser acrescida tardiamente aos ensaios e desenvolvimento da peça, o que prejudica a dinâmica que ocorre (ou que poderia possivelmente se dar) entre a música e todos os outros elementos cênicos, como se a trilha ficasse, de certa forma, deslocada nessa equação.       Na concepção e experiência do maestro, todos os elementos devem estar em conversação, pois como ele mesmo colocou: "O som altera o espaço." Como em experiência que teve...

Exercício. Entrevista com Marcello Amalfi, de Pedro cavalcante

  Exercício. Entrevista com Marcello  Amalfi  (23/02/2021)   Aluno: Pedro Cavalcante Marques        A oportunidade que nós tivemos de conhecer um pouco mais dos trabalhos e experiências de Marcello  Amalfi  durante uma de nossas aulas de sonoplastia é com certeza algo valioso para nossos futuros desenvolvimentos em questão do que é o encaixe do som em relação a peças teatral e em outros veículos culturais.   Com certeza o que ele nos apresenta como um de suas experiências mais valiosas durante toda sua carreira é a harmonia que a música deve de ter com a proposta cênica. Desde um vaso ao se quebrar no chão até o andar cabisbaixo de uma personagem em uma cena necessita do toque impactante da música.   Porém, a questão de harmonização entre uma coisa e outra não é necessariamente se criar um pleonasmo, como por exemplo tocar uma melodia melancólica durante uma cena triste da peça, ilustrar o óbvio do que se estar acontecendo...

Entrevista Marcello Amalfi - Mayara Nobre

Nascido em Bixiga, São Paulo, Marcello Amalfi se destaca em diversas áreas relacionadas ao som e música, mas aqui irei dar enfoque em uma: músico para o teatro. Ao estar presente na disciplina de “Sonoplastia” da Universidade de Brasília (UnB) na quinta-feira do dia 18 de fevereiro de 2021, o músico nos contou um pouco sobre sua carreira desde o início que começa com 10 anos de idade e um violão. Porém, sua história com teatro se inicia aos 16 e, segundo ele, por acidente. Amalfi, quando perguntado sobre sua formação inicial, nos conta que tudo começou a partir de um encontro com Neneco Martins, artista plástico muito ligado as máscaras, cenógrafo e diretor de cena do teatro paulistano que o acolheu e o colocou para trabalhar fazendo adereços de teatro. Com isso, o músico teve muito contato com a arte teatral e também com mais pessoas do ramo como Zé Celso Martinez, ator, encenador, dramaturgo e diretor do Teatro Oficina. “Comecei a me apaixonar por teatro mesmo sem perceber”, diz Marc...

Entrega de Exercício - Entrevista com Marcello Amalfi (Gabriel Rodrigues)

  Após quase duas horas de entrevista, é praticamente impossível trazer apenas um ponto de interesse acerca do conteúdo trazido por Marcello Amalfi. Apesar disso, acredito que nada tenha me capturado mais o interesse do que suas falas acerca da “obviedade do som”, em que ele usa o exemplo do rei entrando em uma sala do trono. Para início de conversa, o que é o óbvio? É aquilo que salta aos olhos, que é praticamente impossível de não se ver ou de se notar, e isso também entra no campo musical, mas não se limita a ele, pois também vai ao campo sonoro generalizado. O óbvio é a famosa “caixinha” que artistas querem tanto evitar mas acabam por cair muitas vezes. Qual o real problema com o óbvio? De acordo com a opinião de Amalfi, é uma ofensa à inteligência do publico e eu não conseguiria concordar mais. A obviedade é algo que obriga o publico a entender tudo como se fosse um cavalo com uma viseira, só podendo ver aquilo que o cavaleiro quer que ele veja. Pelo método comparativo...