Entrega de Exercício - Entrevista com Marcello Amalfi (Gabriel Rodrigues)
Após quase duas horas de entrevista, é praticamente impossível trazer apenas um ponto de interesse acerca do conteúdo trazido por Marcello Amalfi. Apesar disso, acredito que nada tenha me capturado mais o interesse do que suas falas acerca da “obviedade do som”, em que ele usa o exemplo do rei entrando em uma sala do trono. Para início de conversa, o que é o óbvio? É aquilo que salta aos olhos, que é praticamente impossível de não se ver ou de se notar, e isso também entra no campo musical, mas não se limita a ele, pois também vai ao campo sonoro generalizado. O óbvio é a famosa “caixinha” que artistas querem tanto evitar mas acabam por cair muitas vezes. Qual o real problema com o óbvio? De acordo com a opinião de Amalfi, é uma ofensa à inteligência do publico e eu não conseguiria concordar mais. A obviedade é algo que obriga o publico a entender tudo como se fosse um cavalo com uma viseira, só podendo ver aquilo que o cavaleiro quer que ele veja. Pelo método comparativo...
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